TINTA BRUTA ESTREIA DIA 06 DE DEZEMBRO NOS CINEMAS

Tinta Bruta conta a história de Pedro que ganha a vida em salas de bate-papo. A resolução da imagem pode não ser perfeita, mas quando Pedro se transforma em NeonBoy na frente da webcam, ele ainda consegue criar a impressão desejada. Lentamente, esse jovem abaixa seus dedos em potes de tinta colorida e desliza-os pelo corpo nu. Incandescendo no escuro, NeonBoy segue os comandos dos seus usuários até concordar em encontrar um deles em uma sala de bate-papo privada por dinheiro. Mas as coisas mudam quando a irmã de Pedro, Luiza, sai do apartamento compartilhado e percebe que alguém está imitando suas performances. Ele concorda em ir a um encontro com o seu misterioso rival. Este encontro terá consequências de longo alcance.

Tal como acontece com os filmes anteriores dirigidos pela dupla Filipe Matzembacher e Marcio Reolon da Avante Filmes, nos encontramos novamente em Porto Alegre, no sul do Brasil, onde encontramos jovens estranhos em busca de intimidade, comunidade e segurança. As imagens virtuais elegantemente entrelaçadas e as histórias de protagonistas podem nos afastar do mundo real, no entanto, na realidade, permanecemos em uma sociedade brasileira cada vez mais homofóbica. Ao longo da fronteira da Argentina, os diretores brasileiros brilham uma luz de néon sobre a sexualidade virtual em Tinta Bruta. Embora Pedro possa encontrar uma espécie de liberdade, desprezando os clientes em salas de bate-papo, nosso protagonista entrava lutas de um tipo diferente quando ele deixa a relativa segurança de sua webcam e se aventura no mundo real. Entre as cores fluorescentes e a trilha sonora gloriosamente hedonista, “Hard Paint” é qualquer coisa menos uma aposta difícil, aproveitando a promessa que Reolon e Matzembacher demonstraram no filme ‘Beira Mar’ com uma aceitação mais pessoal sobre o amor gay.

Confira o trailer:

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