DOCUMENTÁRIO ‘SE ESSA ESCOLA FOSSE MINHA’ FALA SOBRE AGRESSÕES SOFRIDAS POR JOVENS LGBTQIA+

“Se essa escola, Se essa escola fosse minha. Eu mandava, Eu mandava ladrilhar. Com pedrinhas, Com pedrinhas de brilhante. Para o meu, Para o meu amor passar. Nessa escola, Nessa escola tem um bosque. Que se chama, Que se chama solidão”.

Você sabia que cerca de 70% dos estudantes LGBT brasileiros já foram agredidos verbalmente e mais de 25% foram agredidos fisicamente em suas escolas devido sua orientação sexual e/ou identidade de gênero? Você sabia que esses estudantes tem mais probabilidade de faltarem as aulas e de relatar níveis de depressão? Esses dados da Pesquisa Nacional sobre Estudantes LGBT e o Ambiente Escolar, realizada em 2016 pela ABGLT, evidenciam algo que não é novidade para quem é LGBT: o ambiente escolar não é nada agradável para pessoas que não se submetem aos padrões de feminilidade, masculinidade e orientação sexual dominantes.

O documentário “Se essa escola fosse minha” apresenta as experiências de estudantes LGBT na escola e propõe o debate sobre a discussão de gênero e orientação sexual nos planos de educação. A participação de educadores, psicólogos, parlamentares e artistas acrescenta ao debate o questionamento sobre o papel da escola diante a diversidade e as estratégias para se combater a discriminação de gênero e orientação sexual nas escolas.

O filme tem direção, filmagem e edição de Fellipe Marcelino e Letícia Leotti, assistência de produção de Michael Araújo e Rebeca Garcia e conta com os entrevistados Victor Stoimenoff, Mickael Pederiva, Taya Carneiro, Iana Mallmann, Matheus Oliveira, Fábio Felix, Luan Oliveira, Jef Cardoli, Nilton Aguilar, Vitor Gomes, Melissa Massayury, Eduardo Kimura, Graça de Paula, Tatiana Lionço, Mariah Gama, José Zuchiwschi, Silvero Pereira, Murilo Silva, Felipe Cordeiro e Erika Kokay.

Confira o trailer do filme:

 

Veja mais no site do Alguém Avisa e siga também as atualizações nos perfis oficiais no Twitter, no Facebook e no Instagram.